De acordo com o excerto, em Esparta, não havia igualdade de riquezas, mas sim uma igualdade entre os cidadãos diante dos explorados, baseada em um forte sentimento de comunidade. Mesmo existindo diferenças econômicas, os espartanos eram estimulados a ocultá-las por meio de hábitos simples, educação militar comum e práticas coletivas, como os banquetes. Isso evidencia que a organização social espartana se fundamentava em um princípio comunitário, no qual a coesão do grupo e a disciplina coletiva eram mais importantes do que a ostentação de bens ou a distinção econômica entre os cidadãos.
