A China particulariza-se no cenário internacional por seu sistema econômico híbrido, inaugurado na década de 1970. Conhecido como “socialismo de mercado”, esse sistema apresenta características que

  • a

    corrompem o capitalismo com táticas socialistas, ou seja, que oferecem mercadorias subsidiadas para desestabilizar as economias capitalistas pelo mundo.

  • b

    associam os modos de produção socialista e capitalista, ou seja, que atendem aos interesses tanto de uma economia planificada quanto de uma economia de mercado.

  • c

    incorporam lógicas capitalistas à organização política socialista, ou seja, que empregam análises de demanda do mercado para definir investimentos públicos.

  • d

    se opõem às estratégias monetarizadas do capitalismo, ou seja, que valorizam modelos como a economia criativa para gerar valor de maneira equitativa.

  • e

    se sobrepõem às regras do comércio internacional, ou seja, que violam normas e regras estabelecidas para garantir o fim de crises econômicas mundiais.

A economia chinesa ganhou cada vez mais relevância nas últimas décadas e tem sido alvo de debates acirrados sobre seu modelo de desenvolvimento. Autodenominado de “socialismo de mercado”, o sistema econômico do país se organiza através de diversos planos estatais de desenvolvimento, de curto, médio e longo prazo. Ao mesmo tempo, os investimentos estatais buscam incentivar o crescimento de empresas privadas, inclusive estrangeiras, que atuam no país buscando atender ao mercado, não apenas interno, mas também mundial. Tais incentivos se devem ao fornecimento de infraestrutura de energia, transporte e comunicações a preços baixos, subsidiados através da ação estatal, além de baixos impostos para setores estratégicos e muito investimento em universidades para desenvolver trabalhadores qualificados.